Treinamento Vivencial

Treinamento Vivencial

Treinamento Vivencial

1499 1000 PS

Fato…

Atualmente, o cenário do mercado está em constante mudança e, para sobreviver, as empresas precisam estar atentas e flexíveis a elas, buscando engajar líderes e fornecedores em uma estratégia de melhoria contínua. Desse modo, é natural surgir necessidades de ajustes organizacionais, inovação de metodologias, readequação comportamental, entre outros.

Análise…

Para isso é importante que todos os afetados pela mudança sejam envolvidos em um processo efetivo de aprendizagem. Nesse caso, uma das boas opções de intervenção que a organização pode encontrar é o Treinamento Vivencial, que se destaca dos métodos convencionais de ensino por unir corpo e mente, fazendo com que os participantes precisem fazer uso de vários recursos que possuem para resolver situações adversas e inesperadas, envolvendo-se ativamente, através de estímulos emocionais, físicos e cognitivos.

Reflexão…

O Treinamento Vivencial tem um alto potencial de mobilizar as pessoas a questionarem antigos paradigmas, promovendo o autoconhecimento, o desenvolvimento pessoal e possibilitando que surjam novos conceitos sobre relacionamento humano e gerenciamento organizacional. Tem a capacidade de desenvolver e fixar o aprendizado devido às experiências, por exemplo, quando o trabalho envolve dinâmicas ao ar livre, nas quais os participantes deparam-se com obstáculos e tendem a ousar e encarar positivamente as mudanças, desenvolvendo em si mesmos o gosto pelo desafio e pelo trabalho em equipe. Pela experiência da PS em Treinamento Vivencial, é possível perceber que as equipes passam a utilizar o que foi vivido a fim de fortalecer o relacionamento entre as pessoas e o engajamento em processos de melhoria, mesmo na rotina organizacional.
A PS acredita que é fundamental para o sucesso de um treinamento que envolve vivências, sendo elas ao ar livre ou não, que sejam considerados e gerenciados fatores críticos como:
– Segurança;
– Definição de objetivos e forma de envolvimento dos participantes;
– Integração entre vivência, aprendizados e aplicação;
– Monitoramento do Retorno e Melhorias.

Referência:
DINSMORE, P. (Org.). Treinamento Experiencial ao Ar Livre: uma revolução em educação empresarial. Rio de Janeiro: Senac Rio, 2004.

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